Sobre as Smart Campaigns do Google e anúncios personalizados.

Sobre as Smart Campaigns do Google e anúncios personalizados.

As Smart Display Campaigns chegaram ao Brasil em setembro do ano passado como uma nova forma de configurar campanhas de anúncios no Google. Essa solução funciona usando a inteligência artificial do veículo somado ao histórico de resultados da conta, auxiliando na criação e otimização de qualquer campanha.

A partir do Machine Learning, método de análise de dados que automatiza a construção de modelos analíticos, é possível alcançar pessoas em todas as fases do ciclo de compra, desde aquelas que demonstraram interesse até quem está prestes a comprar. O anúncio é entregue de maneira muito mais assertiva, porque considera a singularidade no comportamento de cada usuário.

As campanhas inteligentes usam a combinação de três tecnologias de otimização: lances, segmentação e criação de anúncios automáticos.  Esse processo acontece desde a definição do leilão, segmentação e criação de anúncios, superando a otimização manual da ferramenta e assim ganhando mais eficiência em estratégias. São milhares de sinais incluídos nessa “conta” a cada milésimo de segundo para gerar novos anúncios e ajustes mais assertivos.

Os lances automáticos utilizam o custo definido na criação da campanha (CPA ou ROAS desejado) para otimizar cada um deles em busca do maior volume de resultados com o menor custo possível. Os anúncios são gerados automaticamente a partir de títulos, descrições, logotipos e imagens que o analista vai fornecer manualmente para a plataforma, ajustando-se de forma responsiva para entregar a mensagem certa para o usuário correto no momento ideal.

Os clientes da i-Cherry já utilizam essa estratégia e fica evidente o considerável ganho na performance de suas campanhas, além do ganho na agilidade da entrega, já que as Smart Display Campaigns possuem fluxo mais simples e automatizado de criação e de análises.

Além da inteligência focada em Display, o Google desenvolveu produtos similares contemplando outros objetivos, como visitas à loja física, impulsionamento de aplicativos e venda de produtos. Isso reforça a tendência de garantir mais autonomia ao algoritmo e modifica o papel do profissional de mídia, que precisa estar cada vez mais ligado à estratégia e análise de dados do que operação ferramental.

 

– Lilyan Ramos é Media Analyst na i-Cherry. 

 

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